Veja notas do Informe desta quarta

Estela Bezerra. “Muitas vezes chegamos em uma situação que tem polícia, não é só pela situação de violência, mas a gente se afasta, amedrontado com a violência e às vezes com a própria postura da polícia… Muitos moradores se sentem mais acuados do que protegido pela polícia”, disse.

Correto. A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou proposta que prevê, na internação, acomodações separadas das demais parturientes para mulheres cuja gravidez resultar em aborto ou óbito do feto ou do recém-nascido. A proposta inicial é do deputado federal Rômulo Gouveia.

Nome limpo. A vereadora de João Pessoa Raissa Lacerda não acredita que a Energisa e a Cagapa consigam a inconstitucionalidade da Lei de sua autoria que proíbe as concessionárias de colocar os clientes inadimplentes nos serviços de proteção ao credito. Entra em vigor em 45 dias.

Fogo amigo. “Para quê recesso? Se quando tem expediente, metade não vai trabalhar? Tem deputado que não sabe nem o lugar da Assembleia Legislativa”, do deputado João Gonçalves, sem poupar os colegas e afirmando que posicionamento causa chateação entre deputados.

Maísa Cartaxo. “Estamos muito felizes com esse marco histórico para o Artesanato e Arte Popular de nossa Capital. Hoje, João Pessoa é vitrine internacional com destaque para as Sereias da Penha”, da primeira-dama da Capital sobre JP entrar no mapa da Rede das Cidades Criativas da Unesco.

Liberado. O presidente do TJPB, desembargador Joás de Brito, deferiu pedido do TCE-PB para suspender a liminar do juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, que suspendia o concurso da Corte de Contas. Agora o processo seletivo deve prosseguir.

 

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