Ministra decreta ilegalidade da greve dos petroleiros prevista para esta quarta-feira

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) convocou a paralisação de 72 horas a partir desta quarta-feira (30). A categoria reivindicando a redução dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis, além da saída de Pedro Parente do comando da  Petrobras.

A decisão é da ministra  Maria de Assis Calsing, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e foi concedida a pedido de Advocacia-Geral da União (AGU). Para a advocacia, a greve dos trabalhadores, em meio ao quadro de desabastecimento provocado pela paralisação de caminhoneiros, trará prejuízos gravíssimos à sociedade, tendo em vista o potencial para prejudicar o abastecimento do mercado interno de gás natural, petróleo e seus derivados.

Ao analisar o caso, a ministra entendeu que a greve seria abusiva e “realizada para incomodar”. Pela decisão, os sindicatos dos grevistas deverão pagar multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento e também estão impedidos de travar o trânsito de mercadorias e pessoas nas refinarias.

Com informações da Agência Brasil

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