Veja o balanço do debate da TV Correio com candidatos ao governo

Acompanhe abaixo a cobertura completa do Debate da TV Correio/Record TV com candidatos ao Governo da Paraíba, nesta sexta-feira (28).

1º bloco

O primeiro bloco do Debate da TV Correio/Record TV foi com temas livres. Cada candidato escolhia quem iria responder a sua pergunta. Por um sorteio prévio, a primeira candidata a perguntar foi Rama Dantas (PSTU). Ela escolheu fazer a sua primeira pergunta para João Azevêdo (PSB). No questionamento, ela quis saber quanto o atual governo investiu em determinadas áreas como cultura, pagamento de dívida pública, entre outras.

Em sua resposta, João afirmou que o atual governo evoluiu muito em todas as políticas públicas. Segundo ele, o orçamento para saúde saltou de R$ 13 milhões para R$ 80 milhões. Ele afirmou ainda que investimentos em outras áreas, como educação também evoluíram. Na réplica, Rama rebateu João e afirmou que ele arredonda número e não respondeu a pergunta. Ela também criticou a dívida pública. Na tréplica, João disse que  o atual governo fez investimentos na área de cultura e citou reformas de teatros como exemplo.

Em seguida, o candidato João Azevêdo escolheu José Maranhão para direcionar a sua pergunta. Em seu questionamento, João quis saber quem é o candidato de José Maranhão para a Presidência da República. O senador respondeu que o seu palanque está aberto e que tem alianças que votam em Fernando Haddad (PT) e outras que votam em outros candidatos. Na réplica, João afirmou que Maranhão estaria querendo esconder seu verdadeiro candidato e apontou Henrique Meirelles (MDB) como seu presidenciável. Por fim, Maranhão acusou a chapa de João de ter não lado e lembrou o fato de Lígia Feliciano, candidata a vice-governadora, ser do PDT e ter um presidenciável na disputa, Ciro Gomes.

Em sua vez de perguntar, José Maranhão escolheu Lucélio Cartaxo (PV) para fazer o questionamento. O tema escolhido foi segurança e fechamento de delegacias. Lucélio tratou como uma situação difícil e atacou o atual governo. Ele ainda falou em investimentos e concurso público como propostas para a segurança. Na réplica, Maranhão afirmou que o cidadão não se sente seguro na Paraíba. Por fim, Lucélio atacou José Maranhão dizendo que ele também, enquanto foi governador, não fez melhorias para a segurança.

Lucélio Cartaxo escolheu Tárcio Teixeira (PSOL) para responder sua pergunta. O tema escolhido foi saúde. Tárcio, em sua resposta, traçou um panorama da situação da saúde na Paraíba e falou em propostas, como a criação das Casas de Parto e Hospital da Mulher e apontou a descentralização como solução para o tema. Na réplica, Lucélio afirmou que irá requalificar os hospitais regionais e construir UTI neo-natais. Na tréplica, Tárcio voltou a criticar Lucélio.

No fim da primeira rodada, Tárcio escolheu Rama Dantas para perguntar. O tema foi sobre política pública para mulheres. Na resposta, Rama afirmou que a mulher vem sendo maltratado na Paraíba e no Brasil e citou o movimento #EleNão, organizado pelas mulheres contra o candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL). Na réplica, Tárcio reforçou a luta das mulheres e também atacou o deputado federal. Por fim, Rama saudou as mulheres e as convocou para o ato.

A segunda parte do 1º bloco começou com o candidato Lucélio Cartaxo (PV) perguntando a João Azevêdo (PSB). Lucélio questionou o socialista sobre as propostas de segurança pública para o estado e citou uma explosão registrada na cidade de São Francisco, no Sertão paraibano.

João Azevêdo disse que a segurança pública passou a ter uma política efetiva a partir de 2011 e por isso os resultados já começaram a aparecer. O socialista disse que pretende criar centros de monitoramento em cidades como João Pessoa, Campina Grande e Patos, convocar candidatos concursados para aprimorar os serviços. Azevêdo disse que a segurança no atual governo melhorou e garantiu que os dados mostram isso. Ele também defendeu parcerias com as prefeituras para o combate à violência no estado. O socialista também teceu críticas à prefeitura de João Pessoa, que segundo ele, acabou com a vigilância municipal.

Na réplica, Lucélio Cartaxo disse que não havia nenhum policial na cidade de São Francisco nessa quinta-feira e que na granja Santana – residência oficial do governador – existem mais policiais do que na maioria dos municípios paraibanos. Cartaxo rebateu as críticas de Azevêdo e disse que a Guarda Municipal de João Pessoa está equipada e contribuindo com a melhoria da segurança. Citou a apreensão de um carro roubado através do programa João Pessoa Segura.

Na tréplica, Azevêdo disse que os PSFs estão sendo arrombados por falta de vigilância. Disse que a prefeitura de João Pessoa não implantou o PCCR da Guarda Municipal, que segundo ele, possui um déficit de profissionais.

Na sequência, João Azevêdo perguntou a José Maranhão, do MDB, se ele concorda com sua proposta de baixar o valor cobrado na conta de energia elétrica.

Maranhão disse que ninguém em sã consciência seria contra a proposta, mas lembrou que o difícil é acreditar na iniciativa, já que durante os oito anos do atual governo a proposta não foi colocada em prática. Maranhão disse que algo tem que ser feito para diminuir esses custos que recaem sobre a sociedade. Ele defendeu a diminuição da carga tributária.

Na réplica, João Azevêdo prometeu dobrar o valor do 13º salário do Bolsa Família, além de reduzir o imposto sobre a conta da energia de quem menos consome. Disse que milhares de famílias serão incluídas com a proposta, que considera plenamente possível.

Na tréplica, Maranhão alfinetou João Azevêdo e disse que o atual governo dispõe de pouco crédito em relação à proposta apresentada.

Em seguida, José Maranhão questionou o candidato do PSOL, Tárcio Teixeira, sobre as propostas para solucionar o atual problema do saneamento básico na Paraíba.

Tárcio disse que vai fazer o que Maranhão não fez enquanto governador por três vezes. Disse que vai modernizar a Cagepa, desprivatizar a parte da empresa que atua tapando buracos por meio de terceirizadas, além de realizar concursos, modernizar a estrutura.

Na réplica, Maranhão disse que a Paraíba tem baixo índice de esgotamento sanitário e lembrou que foi o responsáve pela construção da maior rede de abastecimento que o estado conhece. Disse que mais de 150 cidades foram beneficiadas com essa iniciativa. Garantiu que irá fazer o saneamento básico da Paraíba.

Na tréplica, Tárcio disse que quem escuta o candidato do MDB falar percebe que ele faz uma autocrítica das coisas que não fez.

O candidato Tárcio Teixeira perguntou a Rama Dantas sobre as propostas direcionadas aos servidores públicos, quem têm sido massacrados, com o congelamento de direitos.
Rama Dantas disse que de uma forma geral todos já governaram e só aumentaram a exploração e a escravidão dos servidores. Criticou a forma de governar dos outros candidatos, que recorrem à política de bolsas, prejudicando os servidores que perdem o benefício quando se aposentam.

Na réplica, Tárcio disse que os servidores técnico-administrativos estão sendo ameaçados de demissão. Citou também que os policiais recebem o pior salário do Brasil, assim como os professores que atuam nas escolas de tempo integral, que não recebem o piso nacional. Ele prometeu inverter essa lógica.

Na tréplica, Rama disse que tem acompanhado a greve dos técnicos administrativos, e lamentou o fato de o governo ter descontado o salário dos grevistas. Disse que esse pessoal não ganha nem o salário mínimo. Lamentou o desrespeito por não ter aplicado o PCCR da categoria.

Ramas Dantas perguntou a Lucélio se ele governaria para o povo da Paraíba ou para as oligarquias com que se aliou.

Lucélio disse que vai governar para todos, assim como acontece em João Pessoa, onde a prefeitura faz um trabalho para quem mais precisa. Disse que mesmo entendendo o desgaste da classe política, sabe que é através da boa política que os problemas da população são resolvidos. Disse que a cidade de João Pessoa vem realizando grandes investimentos na saúde, habitação e outras áreas. Disse trabalhar com o governo da união.

Na réplica, Rama disse que o trabalhador sabe quem representa as oligarquias da Paraíba, e citou que Lucélio é irmão do prefeito Luciano Cartaxo e tem na vice, a mulher do prefeito de Campina Grande. Disse que a suplente de Cássio é a esposa do prefeito Cartaxo. Questionou se ele vai administrar para a família.

Lucélio disse que sua cunhada não é candidata a nenhum cargo nas eleições deste ano. Disse que não vai entrar nesse debate, porque quer discutir as propostas para o estado. Garantiu que vai fazer pela Paraíba o que vem sendo feito em João Pessoa.

2º bloco

O segundo bloco do debate foi aberto com uma pergunta de João Azevedo para Lucélio Cartaxo. João questionou sobre a devolução de recursos da Saúde pela Prefeitura de João pessoa para o Ministério da Saúde e se esse era o modelo que ele levaria para o estado.

Em resposta, Lucélio afirmou que o debate é estadual, mas as perguntas contra ele são sobre João Pessoa. O candidato contou que vai Iremos investir cada vez mais para melhorar a saúde, construindo o Hospital de Trauma do Sertão.

Na réplica, João Azevedo falou que irá implantar o programa ‘Saúde Já’, promovendo uma rede de urgência e emergência que complementará os serviços na saúde.

Em tréplica, Lucélio falou que o governo que João representa teve oito anos na gestão do Estado e não conseguiu melhorar a saúde. Além disso, ele disse que muitos municípios estão sem receber repasse referente às farmácias básicas por conta do Estado.

O segundo embate do bloco foi entre Lucélio e José Maranhão, onde o candidato do PV questionou o senador sobre um processo no Ministério Público Federal (MPF) de recebimento de pensão de ex-governador e salário de senador.

Em resposta, Maranhão disse que já apresentou contestação sobre a denúncia e que não tem nenhuma razão para se considerar culpado. Além disso, o candidato falou que os valores que recebem estão assegurados por lei.

Na réplica, Lucélio disse que o MPF pede que Maranhão devolva R$ 1 milhão aos cofres públicos, já que os valores são fruto de irregularidades e que, em 2014, Maranhão havia prometido não acumular o recebimento da pensão com o salário de senador.

Na tréplica, Maranhão falou que não desejava se referir a escândalos que ocorrem na Prefeitura de João Pessoa, onde Lucélio “não tem função, mas se diz representante” da administração.

Em seguida, José Maranhão questionou Rama Dantas sobre a opinião dela e os codificados que existem no Estado. Em resposta, Rama falou que é necessário acabar com a farra dos codificados no estado e que, como servidora, consegue pagar suas contas normalmente.

Na réplica, Maranhão disse que os codificados são uma excrescência que precisa sair do Poder Público e que a grande quantidade de codificados na Paraíba tem refletido na falta de segurança.

Na tréplica, Rama afirmou que a existência dos codificados é apenas para beneficiar os governantes, tirando dinheiro da saúde e moradia. Rama também se referiu a Lucélio, afirmando que ele chegou a ter cargo em Brasília, ganhando R$ 15 mil sem trabalhar.

O quarto confronto do foi entre Rama Dantas e Tárcio Teixeira. A candidata do PSTU questionou Tárcio sobre a falta de representação das mulheres com os atuais candidatos.

Em resposta, Tárcio disse que os candidatos em oposição a ele e Rama não representavam as mulheres. Além disso, Tárcio lembrou que João Azevedo, José Maranhão e Lucélio Cartaxo assinaram termos de desistência em debates no Brejo, Cariri, Curimataú e Sertão.

Na réplica, Rama contou que as mulheres têm ido à luta pelos seus direitos e que neste sábado (29) elas irão levantar a voz contra a opressão.

Na tréplica, Tárcio disse que é importante que cada um dos candidatos ao Governo do Estado se posicionem sobre o apoio às mulheres, as pessoas LGBTs, os negros e as negras.

O último confronto da primeira parte do segundo bloco foi entre Tárcio Teixeira e João Azevedo, quando Tárcio questionou a opinão de João sobre uma investigação contra o prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues.

Na resposta, João disse que é importante que cada um que tenha investigação responda pelo o que cometeu. João também citou José Maranhão e Lucélio Cartaxo, lembrando que Lucélio, junto com a Prefeitura de João Pessoa, responde a um processo judicial sobre as obras da lagoa.

Na réplica, Tárcio afirmou que o candidato a senador na chapa de João Azevedo, Veneziano Vital, também responde pelo mesmo procedimento investigado contra Romero Rodrigues. Tárcio também questionou a João o apoio que ele tem dado ao prefeito de Cabedelo, onde o PSOL pediu abertura de impeachment.

Na tréplica, João disse que ao longo da gestão Veneziano fez mais por Campina Grande do que Romero e que Veneziano é um homem de bem e que demonstra inocência.

A segunda rodada do segundo bloco começou com o candidato José Maranhão (MDB) perguntando a João Azevêdo. O tema escolhido pelo senador foi desemprego. Em sua resposta, João atacou Maranhão e o presidente Michel Temer (MDB), culpando-o pela instalação da reforma trabalhista que, segundo João, atrapalhou a vida do trabalhador. Ele completou afirmando que a Paraíba tem a menor taxa de desemprego do Nordeste. Na réplica, Maranhão ironizou a resposta de João e o atacou novamente. Na réplica, João listou uma série de propostas que pretende fazer para diminuir o desemprego.

Em seguida, João direcionou a sua pergunta a Lucélio Cartaxo. Ele pediu para que o candidato do PV falasse sobre sua trajetória e o que já fez pela população paraibana. Na resposta, Lucélio fez um panorama de sua vida política e afirmou que iria fazer um governo voltado para as pessoas. Na réplica, João atacou Lucélio e afirmou que ele não apresentou quais projetos teria feito pela população. Na tréplica foi a vez de Lucélio atacar João. Ele afirmou que o candidato socialista passou a vida obedecendo ordens.

Lucélio Cartaxo decidiu perguntar a Rama Dantas. O tema foi segurança pública. Na resposta, Rama apontou o investimento em saúde, educação e moradia como prevenção para que os jovens entrem no crime. Na réplica, Lucélio apontou que cidades da Paraíba não têm mais bancos ou caixas eletrônicos por conta da violência. Na tréplica, Rama ironizou Lucélio e afirmou que seria fácil para ele falar de segurança por morar em casa com seguranças.

A candidata do PSTU decidiu perguntra Tárcio. O tema foi analfabetismo. Na resposta, Tárcio afirmou que iria reabrir as escolas fechadas pelo governador Ricardo Coutinho. Na réplica, Rama disse que só reabrir as escolas não iria resolver o problema e propôs estatizar o ensino na Paraíba. Por fim, Tárcio disse ainda que ira também voltar as atenções para a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

A última pergunta da segunda rodada do segundo bloco foi feito por Tárcio Teixeira a José Maranhão. Ele apontou o senador como representante de Michel Temer e relembrou suas votações em temas como a reforma trabalhista, entre outros. Na resposta, Maranhão afirmou que é preciso acabar com a ‘história de querer se abrigar na impopularidade de Temer’ e disse ainda que a PEC do Teto dos Gastos já estava prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal. Na réplica, Tárcio atacou Maranhão e disse que ele só defende os empresários. Na tréplica, Maranhão respondeu uma acusação que fora feito a ele anteriormente no debate e afirmou que o processo já havia sido arquivado e afirmou que estava do lado da lei.

3º bloco

O candidato Tárcio Teixeira perguntou a João Azevêdo sobre os escandâlos registrados na cidade de Cabedelo e se ele vai continuar perseguindo os servidores públicos como o atual governo faz.

João Azevêdo disse que a posição dele em Cabedelo todo mundo já conhece e lembrou fazer parte de um projeto político, porque não é candidato de si mesmo, como outros são. Disse que o povo de Cabedelo tem abraçado a proposta do governo, que tem realizado muitos investimentos na Paraíba. Prometeu avançar com investimentos no estado.

Tárcio criticou Azevêdo e disse que ele não respondeu a pergunta sobre o esquema de corrupção em Cabedelo. Disse defender novas eleições no município e questionou a posição de João Azevêdo. Disse que o socialista também não respondeu a pergunta sobre a perseguição aos servidores que fazem manifestação.

Na tréplica, João Azevêdo disse que quem vai decidir se Cabedelo terá ou não novas eleições será a Justiça eleitoral, e que isso não depende de sua vontade.

Na sequência, João Azevêdo perguntou a José Maranhão sobre as propostas para promover a entrada de jovens no mercado de trabalho.

Maranhão disse que para isso é preciso primeiro ter um mercado de trabalho no estado, que segundo ele, possui milhares de desempregados. Questionou aonde está esse mercado de trabalho que não absorveu os jovens. Defendeu uma política para educação qualificativa, a base para a escola profissional, e disse que sem remuneração e qualificação dos professores não se faz educação.

Na réplica, João Azevêdo disse que quando o atual governo iniciou a Paraíba só tinha 1,2 mil alunos fazendo cursos técnicos no estado. Disse que vai continuar com essa política para garantir que o programa primeira chance inclua os melhores alunos no mercado de trabalho.

Na tréplica, Maranhão criticou o atual governo e lembrou que os socialistas não tem autoridade para falar sobre educação.

Em seguida, Maranhão perguntou a Rama Dantas sobre a proposta de construção do Hospital de Trauma no Sertão.

Rama disse que discutir saúde com esses três candidatos até parece uma piada. Disse que os projetos deles não deram respostas satisfatórias à saúde pública do estado. Questionou se o povo vai acreditar que as propostas deles resolverão a situação da saúde do povo paraibano. Rama defendeu um basta na situação e prometeu construir uma alternativa dos trabalhadores.

Em sua réplica, Maranhão disse ter construído os Hospitais de Trauma de João Pessoa e Campina Grande, que segundo ele, funcionavam muito bem e atendiam a contento. Disse ter feito reforma no Clementino Fraga, além da oferta de cirurgias cardíacas para crianças. Maranhão também lembrou que em sua época de governo construiu 18 hospitais. Lamentou o fato de atualmente esses hospitais estarem fechados ou funcionando como ambulatórios.

Na tréplica, Rama Dantas disse que a população sabe muito bem o que Maranhão representa, pois ele votou na PEC que congela os investimentos em saúde e educação.
Após o embate com Maranhão, Rama Dantas perguntou a Lucélio sobre o processo de alianças e qual seria a saída que ele vai encontrar para o machismo.

Lucélio disse que de todos os candidatos, a única chapa que respeita a proporcionalidade feminina é a dele. Disse que vai trabalhar para melhorar a qualidade de vida do povo e garantiu fazer um govenro equilibrado. Disse que vai investir na construção de creches para que a mulher possa ter a sua participação no mercado de trabalho. Lucélio garantiu que a mulher terá papel fundamental e ocupará cargos estratégicos em seu governo.

Na réplica, Rama Dantas questionou a aliança formada por Lucélio com as oligarquias locais. Disse que ele se juntou com quem votou contra o trabalhador. Disse não acreditar nas propostas, pois o irmão dele demonstra muito bem isso.

Lucélio lembrou que a aliança formada possibilitou o grande trabalho que sendo feito em João Pessoa e Campina Grande. Disse que foi assessor de Rômulo Gouveia e que desempenhava sua função em João Pessoa, e não em Brasília.

Lucélio perguntou a Tárcio sobre a proposta dele para o desemprego no estado. Tárcio disse que se for focar no contingente de pessoas subutilizados no mercado de trabalho, esse percentual ainda cresce mais. Disse que o governo tenta camuflar os dados.

Lamentou o corte salário de Rama Dantas e de sua vice, Adjany Simplício. Criticou perseguição.

Lucélio disse não haver perseguição. Lembrou que quem sai da sala de aula perde a gratificação. O candidato do PV garantiu investir na produção de emprego e renda, sobretudo na agricultura para beneficiar as pessoas da zona rural.

Tárcio disse que o servidor é obrigado a se afastar para se candidatar e a lei garante o salário. Disse que a prefeitura e o governo usam a mesma tática.

Considerações finais

Por fim, os candidatos ao Governo do Estado fizeram as considerações finais e se despediram dos telespectadores.

A primeira a falar foi Rama Dantas, que agradeceu o convite do Sistema Correio para que ela pudesse participar do debate e que as outras emissoras deveriam tomar o exemplo. Rama também disse que as eleições não são apenas um processo de escolha de um candidato, mas de construção de um projeto que represente os trabalhadores e de indignação com o que acontece no Brasil.

Segundo a falar, Lucélio voltou a afirmar que irá fazer um governo voltado para a melhoria das condições de vida dos paraibanos e que irá vencer as eleições, promovendo parcerias com todos os municípios, investindo em saúde, educação e segurança.

Em seguida, João Azevedo disse que está na disputa pelo Governo para poder implantar programas como o Saúde Já, o Primeira Chance e construir o Centro de Convenções de Campina Grande, além de implantar o VLT na cidade. Ele também prometeu dobrar o décimo terceiro do Bolsa Família, criar novos batalhões da Polícia Militar e melhorar a mobilidade urbana.

O quarto candidato a dar as considerações finais foi José Maranhão, que afirmou ser candidato para cumprir a missão de retomar o processo de desenvolvimento da Paraíba, construindo escolas de qualidade, hospitais, promovendo a criação de empregos e investindo em segurança pública para que a população volte a se sentir segura.

Último a falar, Tárcio Teixeira disse que os candidatos João Azevedo, José Maranhão e Lucélio Cartaxo promoveram joguetes e dobradinhas de perguntas. Além disso, ele disse que durante o debate o eleitor pôde diferenciar os candidatos que representam uma transformação e os que representam o atraso.

 

 

Do Portal Correio

Comentários

comentários