Nonato anuncia saída do comando do PPS; partido mudou de nome e vai mudar o estatuto

Nonato Bandeira

O jornalista e secretário de Governo da Paraíba, Nonato Bandeira, anunciou que está deixando o comando do PPS no Estado. A decisão foi tomada neste final de semana durante a realização do congresso nacional do partido, em Brasília, que oficializou a troca de nome do PPS por Cidadania.

Participaram junto com Nonato do evento nacional o atual vice-presidente estadual do PPS e chefe de Gabinete do Governo, Ronaldo Guerra, e o deputado estadual eleito pelo partido, Dr Érico Djan. Em outubro, o novo partido Cidadania realiza um congresso extraordinário para aprovar um programa e o novo estatuto partidário.

Aqui no Estado, nos próximos dias, a Executiva estadual da nova legenda Cidadania será convocada para homologar a decisão que culminou com o afastamento de Nonato e aprovar a substituição no comando partidário.

“Vou propor à Executiva o caminho natural que é a ascensão do vice Ronaldo Guerra ao cargo de presidente e em seu lugar, na vice, a entrada do deputado Érico Djan, que pelo estatuto do partido, junto com o também deputado João Bosco Carneiro, já passam a ser membros natos da direção do partido no Estado”, informou Bandeira.

Nonato disse, ainda, que a mudança de nome do partido não tem nada a ver com seu afastamento. “Isso já estava previsto desde o final do ano passado; apenas aguardei a realização do congresso nacional do partido, que foi adiado de janeiro para março agora “.

Ele fez um balanço de sua passagem no comando do partido e acha que já deu sua contribuição de forma positiva. “Nesses cinco anos que estou à frente do PPS conseguimos sair de 27 diretórios para 130 no Estado. Não tínhamos nenhum deputado e nem prefeito quando assumi e hoje temos dois em cada função destas, sem falar no aumento do número de vice-prefeitos, vereadores e filiados”.

Nonato ressaltou, ainda, que fez todo esse trabalho com sua diretoria sem receber um centavo do Fundo Partidário nestes cinco anos à frente do partido.

“Creio que deixo o partido em boas condições e também em boas mãos. Ronaldo junto com os dois deputados e demais lideranças vão conseguir aumentar o número de filiados ao Cidadania e fazer chapas fortes para prefeitos e vereadores em 2020, que deve ser o objetivo inicial da nova legenda”, avaliou.

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