CHARGE: Agentes da PF, PRF e GAECO têm trabalho com cinco operações em andamento na Paraíba

A corrupção envolvendo personagens da Paraíba tem dado trabalho aos agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Gaeco e virou alvo da charge do Política&etc. Veja as operações que aconteceram no Estado nos últimos meses:

Calvário: Apura organização criminosa de desvio de dinheiro da Saúde do Estado através da OS Cruz Vermelha e com participação de agentes públicos e já levou a demissão de contratados no Poder Executivo e ex-secretária à prisão.

Xeque-Mate: Apura um esquema de corrupção montado na Prefeitura de Cabedelo responsável pela compra do mandato de prefeito e de vereadores para inviabilizar a construção de um shopping na cidade e desviar recursos públicos através da coleta de lixo. O empresário Roberto Santiago, dono de shoppings, o ex-prefeito Leto Viana e vereadores continuam presos.

Recidiva: Apura a existência de uma organização criminosa que tinha objetivo de fraudar licitações públicas (em obras de construção civil) em diversos municípios paraibanos, bem como do Ceará, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte, além de desviar recursos públicos, lavar dinheiro público desviado e fraudar os fiscos federal e estadual. A denúncia, do Ministério Público Federal, aponta que, de 2015 a 2018, os prejuízos passaram dos R$ 20 milhões.

Sicário: Tenta desarticular organização criminosa dedicada à prática, no Brasil, e mais especificamente na Paraíba, do chamado “cobro” ou “cobrito”, uma vertente colombiana de crime financeiro consistente na organização de uma instituição financeira clandestina para controlar um organizado sistema de empréstimo de dinheiro a juros extorsivos. Agiotas no alvo.

Fantoche:  Levou o presidente da FIEP, Buega Gadelha, a ter um pedido de prisão. De acordo com as investigações, um grupo de empresas sob o controle de um mesmo núcleo familiar vinha atuando de forma contínua e perene, desde o ano de 2002, executando contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades paraestatais do intitulado sistema “S”. Estima-se que o grupo já tenha recebido mais de R$ 400 milhões decorrentes desses contratos.

 

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